Então pego uma xícara cheia de café, sento no meu lugar favorito da sala e penso, repenso, escrevo. Coloco todos os meus sentimentos naquele pequeno pedaço de papel, como se aquilo fosse a única coisa que sei fazer verdadeiramente bem. E sim, é a única coisa que sei fazer muito bem. Olho para o vazio, para esse silêncio perturbador, dentro e fora de mim, e penso em como acreditei nas suas histórias, nas suas dores, nas nossa felicidade, nos seus problemas e até no seu amor. As vezes acho que fui uma tola, outras vezes acho que fui apenas mais uma apaixonada nesse mundo. E, de fato, não deixo de ser uma apaixonada, uma apaixonada submissa, apaixonada por você, por ele, por eles, por todas as pessoas que me conquistam, essas tais que me arrancam sorrisos facilmente, que me enchem de alegria internamente e que me deixam louca conjuntamente. Sou dessas bobas apaixonadas, sem freio, sem medo. Quero me apaixonar de novo, quero sentir aquelas borboletas no meu estômago que já não estão mais voando freneticamente, quero olhar para o vazio e para esse silêncio perturbador e sorrir, não chorar, sorrir de lembrar que alguém tem o meu coração e que eu, em um simples gesto fútil, o roubei desse alguém, quero ter a quem recorrer quando precisar de um abraço, um beijo, um carinho, muito amor. Mas não sei se quero mais você. Quero outro alguém, alguém novo pra dar paz pro meu coração, alguém novo pra me fazer sentir coisas novas. Somente alguém.
Se as emoções fossem licores, gostaria de me embriagar com um coquetel, para saborear cada uma delas ao longo da noite. Me trancafiar em um quarto, vendo cada emoção passar, cada sentimento se destacar e cada lembrança ficar.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Apenas mais uma...
Então pego uma xícara cheia de café, sento no meu lugar favorito da sala e penso, repenso, escrevo. Coloco todos os meus sentimentos naquele pequeno pedaço de papel, como se aquilo fosse a única coisa que sei fazer verdadeiramente bem. E sim, é a única coisa que sei fazer muito bem. Olho para o vazio, para esse silêncio perturbador, dentro e fora de mim, e penso em como acreditei nas suas histórias, nas suas dores, nas nossa felicidade, nos seus problemas e até no seu amor. As vezes acho que fui uma tola, outras vezes acho que fui apenas mais uma apaixonada nesse mundo. E, de fato, não deixo de ser uma apaixonada, uma apaixonada submissa, apaixonada por você, por ele, por eles, por todas as pessoas que me conquistam, essas tais que me arrancam sorrisos facilmente, que me enchem de alegria internamente e que me deixam louca conjuntamente. Sou dessas bobas apaixonadas, sem freio, sem medo. Quero me apaixonar de novo, quero sentir aquelas borboletas no meu estômago que já não estão mais voando freneticamente, quero olhar para o vazio e para esse silêncio perturbador e sorrir, não chorar, sorrir de lembrar que alguém tem o meu coração e que eu, em um simples gesto fútil, o roubei desse alguém, quero ter a quem recorrer quando precisar de um abraço, um beijo, um carinho, muito amor. Mas não sei se quero mais você. Quero outro alguém, alguém novo pra dar paz pro meu coração, alguém novo pra me fazer sentir coisas novas. Somente alguém.
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