Sou aquele gêmeo mal que te destrói o coração, que te deixa beijando o ar, que te excita mas te ignora, que te parte o coração e te faz quebrar a cara, fazendo-te pensar que não a amo mais. E você, aquela gêmea boa, que cura meu coração, abafa minha dor e afaga meus cabelos, que me dá um beijo terno e, ao mesmo tempo, excitante, aquela que me cuida como nem eu mesmo cuido de mim.
Se as emoções fossem licores, gostaria de me embriagar com um coquetel, para saborear cada uma delas ao longo da noite. Me trancafiar em um quarto, vendo cada emoção passar, cada sentimento se destacar e cada lembrança ficar.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Fisicamente idênticos?
Somos tão gêmeos. Não aqueles gêmeos nascidos da mesma mãe, do mesmo útero, fisicamente idênticos... Não. Nós somos aqueles gêmeos que se entendem de toda e qualquer forma, aqueles que pensam igual, falam igual, sentem igual, aqueles que mesmo distante, quando um fura o dedo, o outro sente lá de longe... Mas também somos aqueles gêmeos que, quando um quebra a cara ou parte o coração, o outro está ali pra curar e colar os pedaços. Por que somos os mesmos que machucam e curam.
Sou aquele gêmeo mal que te destrói o coração, que te deixa beijando o ar, que te excita mas te ignora, que te parte o coração e te faz quebrar a cara, fazendo-te pensar que não a amo mais. E você, aquela gêmea boa, que cura meu coração, abafa minha dor e afaga meus cabelos, que me dá um beijo terno e, ao mesmo tempo, excitante, aquela que me cuida como nem eu mesmo cuido de mim.
Somos assim, simples assim. Mas como toda contradição, uma hora trocamos de papel. Somos bons atores, deveras importante. Interpretamos bem cada papel, a mocinha e o vilão. Mas sabe qual a melhor parte de toda essa interpretação? Que não é interpretação, é apenas a realidade, a realidade em que vivemos. Amor, ainda vou te casar comigo, minha gêmea, minha rainha. E não viveremos em um conto de fadas, porque conto de fadas não existem e adivinha! Nós dois somos mais do que reais. Vem ser minha.
Sou aquele gêmeo mal que te destrói o coração, que te deixa beijando o ar, que te excita mas te ignora, que te parte o coração e te faz quebrar a cara, fazendo-te pensar que não a amo mais. E você, aquela gêmea boa, que cura meu coração, abafa minha dor e afaga meus cabelos, que me dá um beijo terno e, ao mesmo tempo, excitante, aquela que me cuida como nem eu mesmo cuido de mim.
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